quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vir-a-Ser-Será


Meu primeiro amor
Mora no meu peito

Sinto até o sabor
Puro calor

O segundo
Compartilhei com o mundo

O terceiro
Foi digno de um roteiro

E vieram tantos
Com prantos e encantos

Mas não aprendi a amar
Sem deixar minha alma se jogar

Sofri mas sei que estou vivendo
E não me escondendo

O meu peito me corrói
Mas ao mesmo tempo se reconstrói

Mas não vivo sem amar
Um vir-a-ser que será
E juntos vamos sonhar

7 comentários:

  1. Ola Mario,

    Simplesmente tocante este seu poema... E que venha sempre o amor... Viva! Parabens!

    Luz e paz!

    Com apreco,
    Whesley Fagliari

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  2. Cut cut Zé...que talento....ou como vc diria..Magiaaa!!rs
    Beijos Thaty

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  3. acho que é como dizem:
    AAAAAAAAAH O AMOOR!
    a gente espera, espera, encontra, desencontra, procura, e á assim, ah o amor, não sabemos de onde vem nem como vem, mas a gente sempre aguarda.
    Parabéns pelo teu texto! beijo

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  4. Heeey,
    Que Liindo *-*
    Eu que gostei dos seus textos!
    Nossa, escreve muito bem;

    E quanto ao amor,
    ôh, sentimento inconstante;
    mas impossível viver sem.

    Beeijos.

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  5. Que lindo...

    belo poema,
    terno, humano e sincero.


    "...E que venham muitos amores,
    fazendo-nos o fundo da alma tocar,
    sentindo as batidas,
    o coração pulsar.
    Vasto sentimento
    que limite físico não impõe
    quando se pensa
    no verbo amar."


    OBS: E inspirador também, rs.

    Beijo!

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  6. zé... acho que você está muito corrompido pela fenomenologia... kkkkkkk... eu, com a ajuda de skinner, tenho um remédio pra isso!!!! kkkkkkkkkkkkk...

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  7. corrompido foi boa .... hehehehehe.

    Preciso conhecer mesmo Skinner.

    Abraços

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